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WeelchairCadeirante, preparações necessárias para quem quer viajar

Passear, se divertir, conhecer lugares novos. Tudo isso é um direito de todos os cidadãos. Portanto, as companhias áreas assim como os hotéis, devem estar preparados para receber pessoas portadoras de necessidas especiais. Por isso, na hora de viajar é necessário que o cadeirante tome algumas medidas para ajudar as companhias aéreas e hoteis a lhe proporcionarem uma viagem segura e tranquila.

A primeira delas é entrar em contato com as companhias áreas com antecedência, pelo menos 48 horas antes comunicando a necessidade de assistência especial e pesquisar se o hotel possui acessibilidade.

As aeronaves geralmente possuem uma cadeira especial a Aisle Weelchair, necessária para que o cadeirante passe pelo corredor do avião sem maiores problemas. O cadeirante pode ir com sua cadeira de rodas até a entrada do avião. A cadeira de rodas deve ser tranportada na cabine de passageiros, caso não haja espaço será considerada bagagem prioritaria. A cadeira deve ser devolvida nas mesmas condições em que o cadeirante a deixou.

A Estudante de direito e cadeirante, Anne Cardozo de 21 anos conta que gosta de viajar uma vez por ano de avião no período de férias. A moça conta que sempre costuma entrar em contato com hoteis, companhias áreas e pesquisar com amigos antes de fazer uma viagem. “Por experiencia, posso apenas dizer, nenhum local ainda é 100% acessível, pois neste caso não podemos esquecer das outras pessoas, as que possuem diferentes tipos de deficiência, os idosos, as mães com bebes, ou pessoas em qualquer situação”, declara.

Em abril deste ano o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu que a atleta de Paracanoagem, a cadeirante Andréa Pontes, ganhou na justiça o direito de ter bilhetes áreos gratuitos. Segundo o advogado da atleta a lei garante passe livre para pessoas com deficiência em viagens interestaduais, mas não especifica o que se entende por “transporte coletivo interestadual”.

Cardozo aprova a conduta. “A lei é clara, tem que possuir adaptações para acessibilidade total, mas mesmo que já tenha anos que leis de acessibilidade entraram em vigor. Ainda há muitas dificuldades no país, mas nada pode impedir de você fazer algo que tenha direito, ao lazer, ao trabalho, não importa, o direito de ir e vir, as pessoas devem buscar por seus direitos”, defende.

Weelchair

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Passear, se divertir, conhecer lugares novos. Tudo isso é um direito de todos os cidadãos. Portanto, as companhias áreas assim como os hotéis, devem estar preparados para receber pessoas portadoras de necessidas especiais. Por isso, na hora de viajar é necessário que o cadeirante tome algumas medidas para ajudar as companhias aéreas e hoteis a lhe proporcionarem uma viagem segura e tranquila.

A primeira delas é entrar em contato com as companhias áreas com antecedência, pelo menos 48 horas antes comunicando a necessidade de assistência especial e pesquisar se o hotel possui acessibilidade.

As aeronaves geralmente possuem uma cadeira especial a Aisle Weelchair, necessária para que o cadeirante passe pelo corredor do avião sem maiores problemas. O cadeirante pode ir com sua cadeira de rodas até a entrada do avião. A cadeira de rodas deve ser tranportada na cabine de passageiros, caso não haja espaço será considerada bagagem prioritaria. A cadeira deve ser devolvida nas mesmas condições em que o cadeirante a deixou.

A Estudante de direito e cadeirante, Anne Cardozo de 21 anos conta que gosta de viajar uma vez por ano de avião no período de férias. A moça conta que sempre costuma entrar em contato com hoteis, companhias áreas e pesquisar com amigos antes de fazer uma viagem. “Por experiencia, posso apenas dizer, nenhum local ainda é 100% acessível, pois neste caso não podemos esquecer das outras pessoas, as que possuem diferentes tipos de deficiência, os idosos, as mães com bebes, ou pessoas em qualquer situação”, declara.

Em abril deste ano o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) decidiu que a atleta de Paracanoagem, a cadeirante Andréa Pontes, ganhou na justiça o direito de ter bilhetes áreos gratuitos. Segundo o advogado da atleta a lei garante passe livre para pessoas com deficiência em viagens interestaduais, mas não especifica o que se entende por “transporte coletivo interestadual”.

Cardozo aprova a conduta. “A lei é clara, tem que possuir adaptações para acessibilidade total, mas mesmo que já tenha anos que leis de acessibilidade entraram em vigor. Ainda há muitas dificuldades no país, mas nada pode impedir de você fazer algo que tenha direito, ao lazer, ao trabalho, não importa, o direito de ir e vir, as pessoas devem buscar por seus direitos”, defende.

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