Europa libera o uso de eletrônicos durante os voos

EASANotícia boa para os passageiros que não conseguem ficar longe de seus aparelhos eletrônicos. A partir do mês de setembro, a Agência Europeia de Segurança da Aviação Civil (EASA, em inglês) autorizou o uso destes aparelhos durante voos pelas companhias. Com esta novidade as empresas de transporte aéreo poderão começar a oferecer serviços de internet móvel a seus clientes.

Assim como grande parte do mundo a Europa apenas disponibilizava que aparelhos eletrônicos fossem ligados durante os voos em “ modo offline”, ou seja, mesmo ligado o parelho deixa de emitir sinais de rádio que podem modificar as ondas recebidas pela aeronave. A partir de agora, a Agência Europeia de Segurança da Aviação, autorizou o uso de comunicação móvel em linhas aéreas através de sistema 3G e 4G.

Isso significa que os passageiros poderão navegar na internet, enviar email, usar redes sociais entre outras atividades quando estivererem em alguma linha aérea operada por empresas europeias. A medida só está liberada para voos que estejam acima acima de três quilômetros de altura.

Segundo a Agência Europeia de Segurança da Aviação, as companhias aéreas podem permitir que dispositivos móveis pessoais estejam ligados, mas isso não é uma regra. Caberá a cada empresa autorizar ou não seus clientes. Mesmo estando livre para decidirem, a tendência é que a grande maioria permita o uso. Estima-se que muitos serviços durante os voos poderão ser criados, como por exemplo, oferecimento de serviços de internet via wi – fi.

A nova regra só deverá ser aplicada pelas companhias após a realização e testes de segurança e só valem para empresas europeias. Os passageiros poderão utilizar aparelhos eletrônicos durante os voos após a liberação de cada empresa específica.

O novo regime ainda poderá demorar certo tempo para entrar em vigor, uma vez que os testes que necessitarão ser feitos são lentos e minuciosos. Além do que, cada empresa possui seu próprio método.

A Agencia Europeia de Segurança da Aviação não irá interferir nos testes realizados pelas companhias, a entidade apenas fará a regulamentação dos resultados obtidos. A nova regra já está em vigor no continente europeu, mas a previsão de que ela vire uma realidade pode demorar até oito meses.

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